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terça-feira, janeiro 28, 2014

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Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional, não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é... Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação ou alguém, inclusive a mim mesmo, somente para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa não está preparada.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
Inicialmente, minha razão chamou a essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que isso se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, dessa maneira, errei menos.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode atormentar-me e dececionar-me. Mas, quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!
Charles Chaplin

terça-feira, março 15, 2011

América

Há uns largos anos atrás, o meu pai foi até à terra dos sonhos: América.

Sempre ouvi falar da América como um lugar onde se deve ir, onde tudo acontece, tudo é grande e tudo é diferente.

Quando regressou da América, trouxe na bagagem, além dos chocolates fantásticos que fizeram as nossas delícias, algumas notas de 1 dollar novinhas.

Lembro-me que ele chegou ao pé de mim e disse: o dollar é o dinheiro que mais vale no mundo inteiro. Guarda esta nota na tua carteira que é para nunca te faltar dinheiro.
E a nota foi direitinho para a minha carteira, já saltitou de carteira em carteira, mas a nota é a mesma e irá continuar sempre comigo.

Até aos dias de hoje nunca me faltou o dinheiro na carteira, acredito que não seja por eu ter uma nota de 1 dollar nela, mas sim por todos os ensinamentos que me foram transmitidos pelo meu pai nestes anos todos que passaram.

Feliz Dia do Pai!

terça-feira, março 08, 2011

Mimos de mulher





Tens um livro que não lês,
Tens uma flor que desfolhas;
Tens um coração aos pés
E para ele não olhas.
Quadra popular de Fernando Pessoa

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Romeu e Julieta



"Romeu e Julieta" é uma tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare, sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A peça ficou entre as mais populares na época de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, é uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens é considerado como o arquétipo do amor juvenil.
Aos amores da minha vida um brinde!

quinta-feira, novembro 25, 2010

Amor por Luís Vaz de Camões




Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prémio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,

Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: — Mais servira, se não fora
Pera tão longo amor tão curta a vida!

Poema de Luís Vaz de Camões

Um dos preferidos do meu pai...

segunda-feira, maio 03, 2010

Dia da Mãe

e escondiam lá dentro biscoitos da fortuna


Ofereci estes mimos no dia da mãe, celebrado no primeiro domingo de Maio, a mães que fazem parte da minha vida.